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Potencia em acontecimento

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Texto produzido coletivamente no curso de coordenação de grupos do Instituto Pichon-Rivière (coordenação Nelma Aragon). Experiência com esquizodrama. Atividade proposta pelos colegas Carolina Rocha e Ettore Scalon. Potencia em acontecimento Eu clamo pela potencia dos meus afetos Os laços que ligam as pessoas O som e as imagens me trazem sensações vivenciadas, e outras que eu adoraria vivenciar, um desejo por sons e imagens em um encontro pessoal, bicorporal e humano A imagem se desmancha em fluxos Os fluxos que me percorrem, me compõe em liberdade O corpo clama liberdade Desconforto pede distensionar tensões A banalização, da violência me traz tensões. Como mudar esta realidade? A banalização das emoções nos torna frios e mais racionais As emoções podem motivar ou paralisar  Desacomodar o movimento automatizado para pulsar em outras frequências Cuidado coletivo que produz vínculo Que os vínculos possam ser refeitos E depois de sentir a calma do corpo, serenidade.

A(s) Grande(s) Lição(ões) da Pandemia

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Em matéria publicada no portal Educare.pt  Nuno Crato, escritor e professor português, diz que “ A grande lição da pandemia é esta: nada substitui o ensino presencial ”. Mas, será mesmo? Afirmar que "nada substitui" o presencial pode reforçar a ideia de que o ensino remoto é sempre inferior ao presencial ou ainda que não seja possível termos boa qualidade em propostas de ensino a distância. O antagonismo entre ensino presencial e remoto aparece como falso problema. Para além da realidade educacional Portuguesa, é possível trazer a questão para o nosso território: que lições o ensino remoto produz no Brasil, na minha instituição, na minha aula? Algumas questões repercutem com maior intensidade e me fazem pensar sobre  a educação no cenário atual. Desde março/2020 que atividades presenciais foram substituídas por aulas virtuais em grande parte da rede de ensino pública e privada. Neste momento, gestores e professores já mobilizam forças para viabilizar o retorno gradativo das a

Oralidade, diálogo e educação

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Ressonâncias do encontro entrar em uma arte por meio de outra . Oferecer uma escuta ao outro como possibilidade de ampliar a minha. Para os tempos de pandemia, criar uma escuta que se disponha a acolher. É interessante, especialmente para quem está envolvido com o sonoro, com o musical. Não se trata de bondade com o outro, disse Catherine na conversa. Oferecer uma escuta é viabilizar aprendizagens. Aprende-se com a riqueza do que o outro me conta. Oralidade, diálogo e educação.

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