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Mostrando postagens de Novembro, 2019

Songbooks de Jazz digitalizados

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Algumas coleções de partituras publicadas no formato de songbooke disponíveis para você estudar.

Atenção!!! NÃO hospedamos material no blog. Os links disponibilizados foram coletados livremente na internet através de pesquisas google.  A história do Real Book Chamamos de REAL BOOK os livros de partituras com compilações de temas populares de jazz, também conhecidos como composições standarts. O termo é geralmente usado para referir-se as edições de uma série de livros transcritos e compilados por estudantes da Berklee College of Music durante a década de 1970. O nome Real Book serviu para distinguir os livros falsos amplamente disponíveis e que imprimiam apenas acordes e letras destas canções standarts.

O Real Book incluiu partituras com melodias e as versões mais antigas eram pirateadas – isto é, sem licença – publicações que não pagavam royalties aos detentores de direitos de autor. Em 2004, Hal Leonard publicou uma edição licenciada, que paga royalties aos detentores dos direito…

Aprender a estudar

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Do que adianta termos milhares de métodos e partituras se não conseguimos estudá-las de forma adequada? Por mais que esteja facilitado o acesso a materiais didáticos e múltiplas fontes de informação, ainda não temos atalho ao esforço necessário para aprender algo. Aprender música também requer esforço. Formar um corpo para habilidade musical ainda precisa de dias, meses e anos de prática e estudo. Para melhorar nossos resultados e ampliar o desenvolvimento musical é fundamental para otimizar os momentos de estudo.
Organizei, a seguir, algumas dicas que talvez contribua para melhorar a qualidade do tempo que dispomos para estudar:

A) Faça um cronograma de estudos com objetivos bem definidos. Organize os temas de trabalho por dias, semanas e meses. Faça programações realistas para que você não desanime. Pense, onde quer chegar? Esteja aberto(a) para mudanças, caso seja necessário.

B) Crie tópicos com o que você considera fundamental; Escreva sobre o que aprendeu. Ter uma agenda para a…

Ritmos Brasileiros: Ijexá

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A palavra Ijexá tem origem no vocábulo Ijèsá, uma subdivisão da etnia iorubá e o nome da cidade nigeriana que é considerada o berço do grupo. Nessa cidade se cultuam sobretudo Oxum e Logun-Edé – e o Ijexá designa o ritmo das danças principais desses orixás. Tocam-se, também, ijexás (ainda que não seja o ritmo predominante) para Exu, Osain, Ogum, Oyá, Obá, Oxalá, Orunmilá. O Ijexá é realizado nos terreiros somente com as mãos, dispensando o uso dos aguidavis (as baquetas de percussão). O ritmo é suave e cadenciado, emoldurando a dança dengosa e sensual de Oxum e Logum. O gã (agogô) acompanha sempre os atabaques, marcando o compasso.

Insônia

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Nietzsche tem me visitado durante as noites para longos papos e tralalás. Puco me importo com a suspensão do sono. Um papo frente a frente é mais agradável que sonhar com alguém puxando os meus pés.