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Mostrando postagens de Dezembro, 2019

"Check" It Out

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A comunidade de percussão (marching band) no Musescore elaborou uma lista com os rudimentos essenciais para manutenção técnica diária. Essa é uma lista distribuída em escolas e universidades que desenvolvem atividades musicais nos EUA. Achei bem interessante e compartilho com os colegas.

Fonte: https://musescore.com/mdl/checkitout

Pistas de outras leituras

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Existem diferenças entre comprar um livro novo e comprá-lo em sebos físicos ou virtuais. A principal mudança é que os livros usados costumam chegar a nossas mãos com marcas de outras leituras.

Num primeiro momento os grifos, anotações e rabiscos podem até causar algum incômodo no leitor que não deseja ter sua compreensão conduzida pelas marcações extras. Por outro lado, existe um Sherlock Holmes que vive soprando no meu ouvido algo como: tente descobrir quem escreveu esta dedicatória; será que pelos grifos consigo saber se o antigo dono era alguém do sexo masculino ou feminino?

As anotações tornam-se enigmas que só um livro já lido poderia oferecer. Demonstram forças que as partes do texto tiveram no encontro com outros leitores. Por quê justamente tal palavra está marcada? Ela nem é tão importante!

Dia desses adquiri o livro Pedagogia Profana, do escritor espanhol Jorge Larrosa. Como de costume, comprei o exemplar num sebo virtual que prontamente me enviou pelos correios. Ao recebê-l…

O TAMBORIM NA PERCUSSÃO BRASILEIRA

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O Tamborim  A palavra tamborim surge como diminutivo de tambor ou tamborete. Este instrumento é formado por um pequeno aro de madeira ou metal (originalmente de madeira), com cerca de 6 polegadas de diâmetro. O Tamborim pode ter pele de nylon ou couro esticada sobre um dos lados. Ele é tocado com uma baqueta de madeira semelhante às de caixa-clara. O dedo indicador ou qualquer outro dedo da mão que segura o instrumento também percute a pele, por baixo, produzindo notas que completam o fraseado do samba.


Difundido em todo o Brasil como instrumento característico do samba, o tamborim é muito utilizado em conjuntos populares de samba e requisito indispensável nas escolas de samba. A partir da década de 70 tem sido usado com um tipo de vareta múltipla como uma forma de aumentar a intensidade das batidas. A pele é muito esticada, produzindo um som bastante agudo. Sua técnica de execução inclui, além do uso de baquetas, movimentos parcialmente rotatórios de pulso (fazendo o instrumento c…

Chick Corea Improvisation Advice

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A imagem a seguir foi compartilhada nas redes sociais por diferentes músicos. Ela é creditada a Chick Corea, porém não tenho certeza sobre a veracidade disso. De qualquer forma, são boas dicas para pensarmos sobre o estudo e a prática da improvisação, especialmente em grupo.

Fiz uma tradução para o português das 16 dicas (o que fazer/o que não fazer) listadas na imagem. Desculpem qualquer erro na tradução, meu inglês é fraco.


Dicas para improvisação.
1- Tocar Apenas o que você ouve.

2- Se você não ouvir nada, não toque nada.

3- Não deixe seus dedos e membros vagarem - coloque-os intencionalmente.

4- Não improvise infinitamente - toque algo com intenção, desenvolva-o ou não, mas depois termine, faça uma pausa.

5- Deixe espaço - crie espaço - crie intencionalmente lugares onde você não toca.

6- Faça o seu som se misturar. Ouça o seu som e ajuste-o para o resto da banda e da sala.

7- Se você tocar mais de um instrumento por vez, como um kit de bateria ou vários teclados, verifique se est…

Sopros da Pele - Hélia Borges

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Encontro com a psicanalista Hélia Borges em "Políticas do texto" no Instituto de Psicologia da UFRGS. Momento de pensar sobre o corpo e o conhecimento. Organização: Prof. Luciano Bedin e Prof. Eduardo Pacheco.
Na ocasião foram lançados os livros "Sopros da pele, murmúrio do mundo" e "A clínica contemporânea e o abismo do sentido" de Hélia Borges.


ABEM NACIONAL 2019 - UFMS

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Estive no XXIV congresso anual da Associação Brasileira de Educação Musical que aconteceu na UFMS, Campo Grande-MS.


Evento importante para o debate sobre educação musical, políticas públicas e o contexto atual da área do ensino musical.
Na ocasião também publiquei o artigo "Criação musical no bacharelado em música popular: o que pode o ensino de música?". Momento de afirmar a potência da criação musical e das suas forças capazes de produzir agenciamentos.


Além das discussões e encontros bacanas, aprendi muito sobre "aplicabilidade dos métodos brasileiros coletivos" na oficina para professores/maestros de bandas escolares e de fanfarra. Com o prof. Aurélio Nogueira de Sousa (UFBA).

A oficina teve como objetivo apresentar uma proposta baseada nos métodos que tem em seu eixo o ensino da música de forma coletiva e esteve fundamentada metodologicamente nos seguintes estudos: Alves (2011,2012, 2014) Tocar Junto, Barbosa (2004, 2010) Da Capo, Scheffer (2013) Projeto Guri.…