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Mostrando postagens de Agosto, 2020

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Banda Cabaçal de São José de Piranhas - Paraíba

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A Banda Cabaçal, como é conhecida no sertão da paraíba, é uma das expressões da cultura popular nordestina que de geração em geração tem sobrevivido através da transmissão oral. Essa modalidade de música instrumental, que remonta, ao Brasil colônia, pode ser vista, sobretudo, em atividades ligadas à religiosidade católica, tocando um repertório tradicional com ritmos variados como: marcha, bendito, rebatida, baião e valsa. Nesse contexto, encontramos as bandas dos mestres Damião Pedro, Chico Barbosa, Valdomiro Barbosa e Antônio Pinto, agricultores e residentes nas imediações de uma vila chamada de Boa Vista, na região de São José de Piranhas, Sertão da Paraíba. É lá onde se encontram os principais agentes culturais - Sujeitos deste CD, cujo título remete ao que dizem os pifeiros ao se reportarem à suposta origem das cabaçais:"...a gente toca música dos índios"... Em 2005, a Associação Cachueral de cultura, da cidade de São Paulo convidou o NEC - Núcleo de Extensão Cultural do

Contrasenso - Paulinho Moska

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"Contrasenso", uma bela canção do Paulinho Moska. A letra lembra o estilo nonsense de pensar o real que encontramos em Lewis Carroll. Destaque para o solo de Theremin . Ficha técnica no final da publicação. Um cara saiu de dentro do espelho E o cara tinha a minha cara Vestia um casacão de couro Que era exatamente a roupa que eu usava Me olhava, como que me conhecendo, eu estranhei... E ele me examinava Mas não se movimentava do jeito que eu me mexia Ele nem pensava o que minha mente queria Ele era meu igual, só que diferente... Meu irmão gêmeo, mas não era meu parente Ele me disse: Eu vou gritar Antes de sentir a dor O telefone vai tocar Depois que eu disser ALÔ Você vai me agradecer Antes do presente chegar E eu só vou me convencer Depois que você concordar Que eu não quero a ordem natural das coisas Não quero mais a ordem natural Não quero mais a ordem Não me leve a mal Não quero mais O natural O sol tinha que nascer Antes da noite terminar E eu só ligaria a tv Depois que e

O que toca na vitrola durante a Pandemia

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Nas últimas semanas tenho escutado diversos álbuns da música brasileira, em especial os lançados na década de 70 e 80. Tropicalistas tem lugar privilegiado nessa lista. A live de aniversário do Caetano (07-08-2020) influenciou os dias seguintes da minha vitrola digital. Alguns exemplos desse repertório são canções que estão nos discos mais antigos do Caetano. Cajuína,  tocada na live, me fez ir até a versão que ficou registrada no disco Noites do Norte ao vivo.  Nesse disco temos Cajuína com um solo longo e maravilhoso do Jaques Morelenbaum (violoncelo elétrico). Na parte do solo de violoncelo a banda toda silencia . Baita climão. A live do Caetano ressoa ainda com discussões sobre a crítica jornalística musical feita no brasil. O prato-e-faca tocado por Moreno (e descrito como "inusitado" por revistas "especializadas") produziu uma série de análises bem importante de acompanhar. O artigo de GG Albuquerque no site Volume Morto levanta e desenvolve a crítica:  http:/

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